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Carpe diem: somos poeira e sombras

Nessa corrida cotidiana muitas vezes esquecemos dos pequenos prazeres que nos faziam sonhar por dias. Quase esquecemos quem realmente somos. Tropeçando por pedras ao percebemos que não nos lembramos o que somos. É até bizarro imaginar que um dia já fomos, sentimos ou pensamos diferente de agora. Que um dia parávamos horas enquanto o sol se debruçava no horizonte, beijando com seus raios por alguns instantes a linha tênue entre dia e noite. 
Agora mal paramos para contemplar a beleza singela do dia e das pequenas coisas. Tudo se tornou normal, quase sem beleza. Às vezes somente a tristeza e doença nos traz a magnitude do que é a vida. A grandeza e o nosso tamanho em comparação.  Esquecemos de admirar as estrelas, se assustando, suspirando, ouvindo a música harmônica do cosmos murmurar ao nosso ouvido: carpe diem. 
Outro dia ao assistir Sociedade dos poetas mortos, recordei de tempos em que a leitura para mim era muito mais beleza, do que mera construção e estrutura narrativa, mais do q…

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